sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Nova Geografia

A NOVA GEOGRAFIA
A Denominação de "Nova Geografia" Foi Inicialmente PROPOSTA Por Manley (1966), considerando o Conjunto de Idéias e de Abordagens começaram Que se difundir um bis Ganhar Desenvolvimento durante a década de Cinqüenta. O Surgimento de Novas Perspectivas de Abordagem ESTÁ NA Integrado Transformação profunda provocada Pela Segunda Guerra Mundial Nos setores científico, Tecnológico, social e econômico. Esta transformação, abrangendo o aspecto filosófico e metodológico, Foi denominada de "revolução quantitativa e Teorética da Geografia" por lan Burton (1963). Embora se possam abençoar Indícios Históricos Desde a década de Quarenta, a Contribuição de Fred Schaefer, em 1953, Sobre excepcionalismo na Geografia: uma análise metodológica, marca cronologicamente uma Tomada de Consciência Dessas Tendências renovadoras.
Tentando Superar dicotomias como OS e Procedimentos metodológicos da Geografia Regional, a Nova Geografia desenvolveu-se incentivar e Procurando Buscar UM enquadramento Maior da Geografia nenhum contexto científico global. A UM FIM de traçar panorama Genérico Sobre a Nova Geografia, Podemos especificar ALGUMAS SUAS METAS de básicas:
A - Rigor Maior nd Aplicação da metodologia científica - baseada nd filosofia do positivismo Lógico, uma metodologia científica representantes o Conjunto dos Procedimentos aplicáveis à EXECUÇÃO da pesquisa científica. Pressupondo Haja Que a Ciência da Unidade, TODOS OS SEUS ramos devem-se pautar conforme OS Procedimentos mesmos. Não HÁ metodologia Específica n. Uma ciência, Mas Para o Conjunto das ciências. HA MÉTODOS CIENTÍFICOS Para a pesquisa geográfica, Mas não MÉTODOS geográficos de pesquisa.
Objeto Seu Em ciência CADA, O Que uma diferencia das demais É O. CADA ciência contribui Para a Ordem da Compreensão e da Estrutura EXISTENTES EO setor da Geografia e o espaciais das Organizações. A abordagem da geografia científica baseada ESTÁ NA observação empírica, NA Verificação de enunciados SEUS e nd Importância de ISOLAR OS SEUS valores de fatos. Ao Separar Os valores dos fatos atribuídos EAo próprios fatos, a ciência objetiva Ser procuração e Imparcial.
Considerando a metodologia científica Como o paradigma parágrafo pesquisa geográfica, a Nova Geografia salienta uma Necessidade de rigor maio não enunciado e nd Verificação de hipóteses, assim como na Formulação das Explicações n. os fenômenos geográficos. E não se DEVE tão Explicar o existente EO acontecido, Mas com base NAS teorias e leis NAS Também Ser Capaz de propor predições. Desta maneira, Cria-se uma simetria Entre o Passado EO Futuro. Por outro lado, nenhum discurso explicativo HÁ Preferência Pelas Normas Relacionadas com o Procedimento dedutivo-nomológico. E, Por essa razão, considerando-se certas hipóteses e Condições Em determinadas, o Resultado do Trabalho geográfico DEVE Ser Capaz de Prever o estado Futuro dos Sistemas de Organização espacial e contribuir De modo efetivo par alcançar o estado condizente E mais apto Para as Necessidades Humanas .
Os enunciados geográficos assumem Validade Em função da SUA Verificação e teste. O critério de refutabilidade Ganha Importância. Em Vez de um Validade da Autoridade depend fazer observou Que geógrafo e descreveu o fenômeno (ou uma Região), Passa-se uma aferi-la conforme OS Procedimentos de Verificação propostos Pela metodologia científica. Com o intuito de CADA Vez Mais se Aspectos Conhecer como OS e Questões Relacionadas com uma metodologia, OS geógrafos passaram um se interessar Pela ciência da filosofia. E as obras de Ernest Nagel, Gustav Bergmann, RB Braithwaite, Mario Bunge, Carl Hempel e de Karl Popper, outros começaram Entre Para muitos, um Ser mencionadas Por geógrafos Preocupados com temática ESSA. E sob essa perspectiva, Duas obras Geográficas Realce Maior ganharam: uma explicação em Geografia, de David Harvey (1969) eA Uma introdução ao raciocínio científico em Geografia, de D. e R. Amedeo Golledge (1975).
 
B) Desenvolvimento de teorias - a Falta de teorias explicitamente expostas nd Geografia Tradicional Foi veementemente criticada Por Inúmeros geógrafos. Por essa razão, soluço o paradigma da metodologia científica, uma Nova Geografia Também Procurou estimular o Desenvolvimento de teorias Relacionadas com a Distribuição da Características e arranjo espaciais dos fenômenos. E deve-se notar uma grande facilidade operacional com geógrafos passaram Que uma Trabalhar com USAR EA como teorias Disponíveis Em outras ciências, como teorias econômicas Como, mormente como Relacionadas com uma distribuição; Localização e hierarquia de Eventos (como teorias de Christaller, von Thünen , Weber Losch,).
Tendão verificar em vista uma Aplicabilidade de ATSI teorias, Para muitos geógrafos passaram um SO Estudar Padrões de Distribuição espacial dos fenômenos (estudo de distribuições Pontuais, Redes de UO de áreas), mas sem Fazer estudo crítico e propor modificações OU teorias Aquelas substituições. Não se Encontra Realmente Contribuição Significativa Para a teoria geográfica das Organizações espaciais. Havia Se Deficiência em teorias, ESSA lacuna Ainda continua um Existir. Por Outro lado, com o estudo dos Padrões espaciais aceitava-se o Espaço Implicitamente Como A dimensão característica da análise geográfica EA Superfície Terrestre Como o Seu Objeto de estudo. Basicamente, Não havia nada de Diferenciação com fundamental como Definições Propostas Por Hettner e Hartshorne. Ao deslocar o foco de análise o parágrafo das Organizações espaciais, estava-se propondo Modificação substancial; Mas um Inércia da Formação geográfica manteve-se EA Transformação continua almejada um ser.
Para esclarecer uma perspectiva teórica da Transformação, É Útil lembrar O Que Aconteceu com o setor da Geomorfologia. A concepção teórica Elaborada Por William Morris Davis predominou De modo inconteste Por Quase Meio século. Se muitas CRÍTICAS endereçadas ERAM IES, Não surgia Outra proposição coerente e global Capaz de Substitui-la. Só não findar dos Cinqüenta anos e na década seguinte começaram uma APARECER Indícios de nova Estrutura teórica, com Corpo Que Ganhou uma teoria do Equilíbrio Dinâmico, de John T. Hack (1960), Revivendo e Ampliando Antigas concepções expostas Por Grove Karl Gilbert. Quase Simultaneamente, e Langbein Leopold (1962) expunham como perspectivas da teoria probabilística da Evolução do modelado terrestre. Estás teorias permitiram propor Explicações Diferentes Conjuntos de EAo mesmos fatos, substituindo a davisianas Explicações, Como no caso do Perfil dos cursos de água longitudinal e Sobre os Problemas Relacionados com a fluviais e Capturas Oscilações do Nível de base (Ghristofoletti, 1977, 1978)
C) O Uso de Técnicas Estatísticas e matemáticas - o Uso de Técnicas Matemáticas e Estatísticas n analisar OS Dados coletados e como distribuições espaciais dos fenômenos Foi Uma das Primeiras Características Que se salientou NA Nova Geografia. E o Seu carisma Foi Tão grande Que refletiu se, na adjetivação empregada Por Trabalhos Para muitos, a Denominação de "Geografia Quantitativa".
Indiscutivelmente, o USO das Técnicas de análise DEVE Ser incentivado PORQUE ELAS SE FERRAMENTAS em Constituinte, em Meios Para o geógrafo. O conhecimento das Diversas Técnicas de análise (como simples, como multivariadas e como Relacionadas com uma análise seriada e espacial) e básico Para o geógrafo. Entretanto, Técnicas Estatísticas USAR, Por Mais Que Sejam sofisticadas, Não É Fazer Geografia. Se o geógrafo coleta Inúmeros Dados e informações e OS Analisa Através do Computador (por exemplo, usando a UO fatoral uma análise discriminante), sem ter Noção clara fazer um Problema Não Pesquisar e se dispuser de arsenal teórico e conceitual Que Ihe permita interpretar adequadamente OS resultados obtidos, eStara Apenas Fazendo Trabalho de mecanização, Nunca Mas geográfico Trabalho um.
Trabalhos Para muitos Infelizmente podem Ser mencionados Para exemplificar o mau das Técnicas USO OU A SUA ESCOLHA inadequada. Mas não se deve, por isso, confundir a deficiência do geógrafo com uma Incapacidade da Nova Geografia. Todas como Técnicas, adequadas EAo Mais Variados Tipos de Problemas, Estão os Disponíveis. Se Por Ignorância OU Por mera facilidade Prática o geógrafo escolhe inadequadamente uma técnica USAR um, esse procedimento Correspondência AO Fato de hum médico receitar remédio AO paciente impróprio É sua Doença, Pois é o Que Ele e conhecê Dispõe. Deve-estigmatizar se, por isso, a Medicina? HA Muita celeuma em torno da quantificação em Geografia - É conseqüência da Confusão Que se Faz Entre EO USO A escolha das Técnicas, com uma ciência Propriá.
Na composição das Universidades Brasileiras Vão curricular Sendo introduzidas, Aos poucos, Disciplinas Relacionadas com uma quantificação em Geografia. Se nd literatura geográfica existem obras Variadas e significativas Para a formação "quantitativa" do geógrafo, ainda Não dispomos, em Língua Portuguesa, manual de softwares antigos. Além de ALGUNS ARTIGOS esparsos NAS Diversas revistas, a obra Mais saliente É uma recente publicação Realizada pelo IBGE, Sobre Tendências ATUAIS NA Geografia Urbano-Regional: Quantificação e teorização, um soluço Organização de Speridião Faissol (1978).
D) A Abordagem sistêmica - uma Abordagem sistêmica servir AO geógrafo Como Instrumento conceitual Que LHE Facilita Tratar Complexos dos Conjuntos, Como OS da Organização espacial. A focalizar em Preocupação Geográficas Questões como um soluço perspectiva sistêmica favoreceu Característica representou Que e dinamizou o Desenvolvimento da Nova Geografia.
Uma Aplicação da Teoria dos Sistemas EAo estudos geográficos Serviu focalizar Melhor Para as Pesquisas e parágrafo Maior delinear com exatidão o setor de estudo Desta ciência, Oportunidade Além de propiciar n CRÍTICAS considerações de Conceitos Para muitos dos SEUS. A bibliografia Específica avoluma-se continuamente, ABORDANDO temas Ligados Às Geociências OU As ciências Humanas. N º Âmbito da Geografia, Todos OS SEUS Estão os Setores Sendo revitalizados Pela UTILIZAÇÃO da Abordagem sistêmica. Por exemplo, a INTRODUÇÃO do Conceito de geossistema, Pelos geógrafos soviéticos, permitiu recompor e revitalizar o campo da Geografia Física (Sotchava, 1977).
Na literatura em língua portuguesa, como São Poucas Contribuições Disponíveis parágrafo favorecer ao leitor. Para amenizar lacuna ESSA, DEVE-se salientar uma Contribuição Feita Por Christofoletti (1979), elaborando a obra Análise de Sistemas em Geografia. Apresentando os Conceitos básicos da Teoria dos Sistemas, o autor focaliza Diversos itens da Abordagem sistêmica e Útil Realiza levantamento bibliográfico Sobre a Questão.
E) O Uso de Modelos - intimamente relacionada com uma das teorias Verificação, com uma quantificação e com uma Abordagem sistêmica, desenvolveu-se o USO EA Construção de Modelos. A construção de Modelos PoDE Como Ser considerada estruturação seqüencial de Idéias Relacionadas com o Funcionamento do Sistema. O modelo Permite, Estruturar o Funcionamento do Sistema, a FIM de torná-lo compreensível e expressar As relações entre OS SEUS Diversos componentes.
Para o geógrafo, o modelo UM É Instrumento de Trabalho DEVE Que Ser Utilizado Na análise dos Sistemas das Organizações espaciais. Como na quantificação, nao se prender à Construção e DEVE AO USO de Modelos Pelo simples OBJETIVO em si Mesmo. Mas hum e meio parágrafo Melhor se atingir uma Compreensão da Realidade.
No artigo de Sobre Christofoletti Como Características da Nova Geografia encontram-se Diversas Ponderações Sobre o assunto, e se torna Não Necessário retomá-las. A obra de Modelos RJ Chorley e Peter Haggett, Sobre a Geografia, em Publicada 1967, e Que se Tornou clássica Contribuição Sobre o assunto, Foi traduzida parágrafo Língua Portuguesa e uma em Três volumes Editada Durante os anos de 1974 e 1975.

Transcrito do livro Problèmes de Géogrephie Humaine (Paris, Librairie Armand Colin, 1952), p. 25-34. Tradução de Jaci Silva Fonseca.

12 comentários:

  1. eu não dei mas de onde colaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar!! eu já procurei respostas ate na biblia

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    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, tbm !!

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  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  3. e nova?kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  4. e lllllllllleeeeeeegggggggggggaaaaaaaalllS2

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  5. O retardo que escreveeu esse artigo não tem um word com correção automatica não ? Put4 que pariu neh ¬¬'
    se vai publicar .. publica direito '-'

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  6. Ai Kratos vagabundão!
    Tá bravo porque queria copiar e imprimir sem ler para ganhar um pontinho não é? Dançou otário! Então deixa de ser folgado e faça você a correção seu mané. Ah! aprenda a escrever: não é retardo, é RETARDADO.

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  7. vamos aprender a se respeitar primei para ter respeito.ao profssor,,ao aluno se vc e tao inteligente porque nao fez seu proprio trabalho no lugar de colar dos outros e da defeito...ha por favor vcs neee!!

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  8. Se vocês já tem a fonte, é só fazer a própria correção! Otários

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  9. TROQUEM ESSE FUNDO E FONTE DAS LETRAS
    AGRADECIDA

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  10. esse site por sinal é otimo

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